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Ainda sob os olhares atônitos de nossos companheiros de viagem, Clark, Coringa e eu continuávamos nos beijando e movendo nossos corpos ao som de uma música sincopada, num balé sincronizado e sensual dos três corpos. Ali mesmo, eu já tinha sucumbido aos meus desejos e não haveria mais volta, eu não daria chance para nenhuma crise de consciência se abater sobre minha cabeça e deixar de realizar o que meu corpo e minha mente estavam pedindo.
Depois de alguns minutos, fomos os três para o meu quarto. A temperatura cada vez mais alta. Beijava a boca de um e era beijada por outro no pescoço, a mão de um deles levantava de leve meu vestido florido e segurava com força minhas nádegas. Aos poucos, fui descendo e me deleitando em seus tórax até chegar a cintura de ambos. Fiz questão de tomar a iniciativa. Abri suas bermudas, revelando dois membros grandes e belos. Um negro e outro branco. Pela primeira vez, eu tinha dois paus em minhas mãos e rapidamente os coloquei em minha boca, sugando-os com volúpia e prazer. Mesmo ajoelhada àqueles dois pares de pés, me sentia a dona da situação.
Coringa tirou meu vestido, desnudando meus seios e fomos para a cama. Deitei-me sobre o colo nu de Coringa, que num movimento rápido, passou a sugar meus mamilos. Enquanto isso Clark abaixou minha calcinha, branca como uma nuvem, revelando meu sexo com ralos pêlos pubianos e caindo de boca em meu grelo.Clark se transformou, mostrando um lado ainda desconhecido pra mim: aquele rapaz de 26 anos era capaz de mesmo na presença de outro homem, deixar a timidez de lado e proporcionar-me um prazer inimaginável com sua língua.
Ainda em cima daquela pequena cama de solteiro, sob os olhos de Clark, coloquei-me por cima do corpo de Coringa, encaixando seu pau em minha xaninha e movimentava meus quadris de forma a obter o máximo de prazer. Segurei o membro de meu outro companheiro, levando-o até minha boca. Enquanto cavalgava em cima de um, chupava o outro. Mas eu queria mais. Ainda com o pau de Coringa dentro do meu corpo, puxei Clark pelo pescoço, sussurrando em seu ouvido: "eu quero os dois dentro de mim". Ele entendeu o recado e se posicionou sobre minhas costas, introduzindo seu pau dentro de meu ânus. A dor inicial não era capaz de superar o prazer que eu sentia ao ter aqueles dois membros rígidos dentro do meu corpo. Continuamos nessa posição por mais alguns minutos, invertendo os papéis e mudando de posições.
O gozo dos três não tardou a vir. O meu veio primeiro, fazendo meu corpo se contorcer e meus gemidos soarem pelo quarto. Coringa foi o próximo, seguido de Clark, a quem pedi que jorrasse seus fluidos sobre meus seios.
Estávamos os três entregues àquele momento. Seis olhos, seis mãos, três bocas, três corações, três almas, três corpos, dois paus e uma xana que sucumbiam ao prazer, proporcionando-nos descobrir e revelar um pouco mais de nossa essência. Nem em minhas mais remotas fantasias imaginava que essa experiência pudesse ser tão prazerosa o quanto foi. E só o foi, pois não havia culpa ou pudores, apenas desejo.
Carpe diem!!!


