
Era sexta-feira, 21 de novembro de 2008. Tínhamos marcado às 21h da noite na minha casa. Não seria nada demais, apenas um jantarzinho, um filmezinho e o que mais a noite pedisse. Cheguei do trabalho por volta das 19h, um banho bem demorado e me preparei para esperá-lo e uma roupinha bem confortável. Calcinha de algodão, uma saia rosa, um sutiã básico, uma camisa de renda azul bem clarinha, quase branca, bem folgadinha conforme pedia o dia e uma sandália. Fui pra cozinha pra deixar o jantar encaminhado. A imagem de Amélia não se aplica, afinal, são poucas as vezes que eu cozinho, ainda mais pra um homem, mas às vezes é gostoso preparar algo pra alguém que você gosta. Estava cortando algumas frutas quando por volta das 20h ele tocou a campainha. Adora fazer surpresas.
Abri a porta e ele - encharcado pela chuva - nem disse "oi" e já foi me dando um beijo de língua arrebatador. Segurou-me pela cintura enquanto envolvia meus braços em seu pescoço. Nos beijávamos ardentemente ainda na porta. O calor começava a tomar conta de nossos corpos. Pegou-me no colo fazendo com que minhas pernas o envolvessem e me carregou para dentro de casa. De supetão, estiquei a perna para fechar a porta com um pontapé. Levou-me até a sala e me colocou sobre a mesa de jantar, onde deitei entregando meu corpo todo a ele. Beijou-me toda, descendo pelo pescoço, passando pelo meu peito ainda coberto pela blusa e chegando a parte baixa de minha barriga. Eu mesma tirei minha blusa e o sutiã revelando meus seios pequenos, porém firmes, cujos mamilos ele sugou durante um bom tempo, deixando-os rígidos. Tirei-lhe a camisa molhada agarrando-me a seu tórax e beijando-o todo o corpo. Já tendo tirado sua calça, ajoelhei e agarrei-lhe o membro e o chupei por um longo tempo. Colocou-me de volta sentada na mesa e tirou minha saia e minha calcinha e retribuiu deliciosamente o sexo oral. Com jeitinho, foi subindo até beijar minha boca e acomodar seu pau dentro de minha xana. Um vai e vem frenético que me fez gemer alto ao gozar. Gozamos juntos. Sintonia fina. Deitei-me sôfrega sobre a mesa, quando ele aproximou seu rosto do meu e me dirigiu a palavra pela primeira vez naquele dia: "boa noite".
Teresinha (Chico Buarque)